Nome popular principal
Bacopa Caroliniana
Bacopa Caroliniana
Ficha de planta
Planta de haste resistente com folhas carnosas e leve aroma cítrico, ideal para o meio e fundo do aquário.
Nome popular principal
Bacopa Caroliniana
Nome científico
O nome científico identifica uma espécie tradicional da família Plantaginaceae, famosa pela rusticidade e formato foliar espesso.
Dificuldade de manejo
Classificada como Fácil devido à alta rusticidade e facilidade de adaptação a diferentes iluminações.
Seção 1
Seção 2
Seções 4 a 6
A Bacopa Caroliniana tolera condições de iluminação média, mas sob luz alta e suplementação de CO2 desenvolve caules mais espessos e pontas em tons acobreados ou levemente rosados. Absorve nutrientes tanto pelas raízes quanto pelas folhas, beneficiando-se da dosagem de ferro e potássio na coluna d'água.
A propagação é simples: basta cortar a haste com uma tesoura afiada na altura desejada e replantar o trecho superior diretamente no substrato. A base remanescente emitirá novos ramos laterais. Seu crescimento moderado torna as podas menos frequentes que as de outras plantas de haste.
Propagação resumida: Corte e replantio das ponteiras ou separação de ramos laterais.
Apesar de resistente, se for submetida a iluminação fraca ou sombreamento denso por outras plantas, a parte inferior do caule pode perder folhas. Também é vulnerável a biofilme e algas se colocada em áreas com circulação d'água estagnada.
Observações de manejo: Ao podar, deixe espaço entre as hastes plantadas para permitir que a luz alcance a base de cada caule.
Seção 7
A Bacopa Caroliniana (Bacopa caroliniana) é uma planta aquática de haste pertencente à família Plantaginaceae, nativa do sudeste dos Estados Unidos. Trata-se de uma espécie extremamente clássica e rústica no aquarismo, caracterizada por caules eretos e folhas ovais, opostas e carnosas. Ao ser manuseada fora da água, exala um aroma suave e cítrico característico. É de crescimento lento a moderado em comparação com outras plantas de haste, o que facilita o manejo e a manutenção da forma do layout.
Seção 8
Não. Ela cresce perfeitamente bem em aquários sem injeção de CO2 (low-tech), embora o gás estimule um caule mais espesso e cores mais vivas.
Isso geralmente acontece por falta de luz na base, seja por plantio muito agrupado das hastes ou iluminação insuficiente no fundo do aquário.
Para obter tons acobreados nas ponteiras, é necessário fornecer iluminação de alta intensidade acompanhada de fertilização líquida rica em ferro e suplementação de CO2.