Nome popular principal
Anubias Nana
Anubias Nana
Ficha de planta
Planta epífita extremamente resistente e versátil, perfeita para fixação em troncos e rochas sem necessidade de substrato fértil.
Nome popular principal
Anubias Nana
Nome científico
O nome científico identifica precisamente a variedade anã da espécie Anubias barteri, garantindo o correto manejo botânico.
Dificuldade de manejo
Classificada como Fácil por sua altíssima tolerância a variações de água e baixa exigência luminosa.
Seção 1
Seção 2
Seções 4 a 6
Como possui crescimento lento e metabolismo reduzido, a Anubias Nana absorve a maior parte dos nutrientes diretamente da coluna d'água através de suas raízes expostas e folhas. Luzes intensas devem ser evitadas, pois favorecem o surgimento de algas green spot (ponto verde) e algas petreos nas lâminas foliares. Não exige injeção de CO2, embora a suplementação acelere moderadamente o surgimento de novos brotos.
A propagação é realizada cortando o rizoma na horizontal com uma lâmina afiada e esterilizada, certificando-se de que cada seção cortada mantenha ao menos quatro folhas saudáveis e raízes funcionais. A manutenção se limita à remoção de folhas velhas, amareladas ou tomadas por algas, cortando a haste foliar bem rente ao rizoma.
Propagação resumida: Divisão do rizoma em seções contendo ao menos 3 a 4 folhas saudáveis.
O principal ponto fraco da espécie é o apodrecimento do rizoma, que ocorre quando este é enterrado no substrato, sepultado sob detritos compactados ou submetido a corte traumático sem esterilização. Além disso, devido ao ritmo lento de renovação foliar, a exposição direta a focos de luz forte resulta invariavelmente no incrustamento severo de algas difíceis de remover sem danificar a folha.
Observações de manejo: Nunca enterre o rizoma no substrato fértil ou inerte. Fixe em troncos, pedras ou estruturas com fio de silicone, linha de pesca ou cianoacrilato em gel.
Seção 7
A Anubias barteri var. nana é uma das plantas aquáticas mais populares e rústicas do aquarismo. Pertencente à família Araceae e originária da África Ocidental, possui folhas verde-escuras, coriáceas e ovais. Por ser uma planta epífita, seu rizoma não deve ser enterrado no substrato para evitar o apodrecimento, devendo ser amarrada ou colada em troncos e rochas. É ideal tanto para aquaristas iniciantes quanto para aquascapers avançados que buscam vegetação duradoura em zonas de sombra ou meia-sombra do layout.
Seção 8
Você pode enterrar apenas as pontas das raízes mais longas para fixação, mas o rizoma (a haste verde e espessa de onde saem as folhas e raízes) deve obrigatoriamente ficar totalmente exposto acima do substrato.
Como a folha é coriácea e dura, é possível fazer banhos rápidos fora do aquário com água filtrada e umas poucas gotas de água oxigenada 10 volumes ou aplicar glutaraldeído diretamente nas manchas com o filtro desligado, além de mover a planta para uma zona de menor iluminação.
A forma mais prática é utilizar pequenas gotas de cola instantânea à base de cianoacrilato em gel diretamente no rizoma ou raízes secas, pressionando contra a superfície por alguns segundos antes de submergir.